quarta-feira, 3 de junho de 2009

Eu bem quero meus queridos, eu bem quero...


Mas com:

*Casa nova (finalmente as imobiliárias desistiram de me ligar e já tenho as chaves da casinha nova)


*ver de uma camita e uma comodazita (IKEA ao poderio)


*Namorado em França (e rezar para que as Francesas e Espanholas todas nao usem desodorizante e não rapem os pelos... todos!!)


*Farmácia a abarrotar (e na verdade, em dois meses de estágio já tenho tanta coisa para contar que quase podia fazer frente ao gato fedorento)


* Tese órfã... (ahum...completamente sem comentários)


*Possibilidade de estagio remunerado em vista...


*Pés e mãos esfolados dos sapatos, calor, gavetas e dossiers assassinos


Tenho muito pocuo tempo para escrever. Eu bem queria, até porque ao longo dos dias acontece cada uma...

domingo, 10 de maio de 2009

E chegou ao fim...

... e é me muito difícil falar da casa que me acolheu nos últimos 5 anos. É muito dificil porque o "meu" 205, o meu metro quadrado, o meu quarto cor de rosa, está estranhamente entranhado em mim, como se realmente me pertencesse (não consigo sequer imaginar que para o próximo ano lectivo alguém o vai ocupar e torná-lo seu, quando ele me pertence desta maneira; aliás, estou seriamente a pensar falar com a irmã Joana para fazer um museu da Matança na Domus Nostra e mais ninguém ocupar aquele quarto sagrado...). Tanta coisa vivida por entre aquelas 4 paredes que me transformaram na pessoa que sou hoje, tanto a nível profissional, como pessoal. Tanto sacrifício, tanta luta, tanto choro ao telefone com a mãe de outro lado, mas também tanta alegria, tantos risos e sorrisos e segredos partilhados. Sim, porque não é o edifício que eu aqui quero sublinhar, mas sim, todas as pessoas que entraram, passaram e, graças a Deus, algumas ficaram na minha vida. Porque a Domus Nostra e o 205 não eram mais do que paredes vazias sem as pessoas com que partilhei o meu espaço todo este tempo. Porque todas as vezes que precisei, havia sempre uma porta a quem bater, um ombro onde chorar, um sorriso com quem partilhar o sucesso e uma mão amiga, o insucesso. E foram essas pessoas que contribuíram para que conseguisse resistir e superar toda esta batalha.
Pessoalmente queria agradecer a uma madrinha que logo no meu primeiro dia nesta casa me disse que podia contar com ela para tudo o que precisasse... e realmente os seus apontamentos e conselhos foram os melhores do mundo; a uma afilhada com sotaque do norte que adoro e com quem vou à bola; às minhas caloirinhas do 201, todas as que lá passaram; a uma bolachinha deliciosa com quem partilhei grandes momentos, às meninas de direito, uma alta, outra bem pequenina, mas duas grandes mulheres; a uma vizinha bem disposta que gostava do tony carreira entre tantas outras que vou levar para sempre comigo para onde quer que vá e que terão aquele lugar especial no meu coração. À Tina por ter sempre a melhor solução para tudo, à dona maximina por ser tão bem disposta, à D. Júlia, à Carla, à Joana...a todas. Gostava de lhes dizer que apesar de todas as regras e restrições, não poderia ter escolhido melhor lugar para viver nestes anos que, como toda a gente diz, são os melhores da nossa vida.
Apesar de este dia ser um dia de felicidade, não posso deixar de sentir o coração apertado por saber que em breve vou abandonar todo este espaço que me é tão familiar e no qual já estou tão à vontade. Mas a vida é feita de mudanças e desafios e o futuro leva-me em frente. O quarto da matança vai ter de deixar de assustar as novas caloirinhas. Mas nunca irei esquecer todos os momentos aqui vividos e da forma como Deus me abençoou ao vos ter conhecido a todas. Muito obrigada por tudo.
Sejam felizes!
(texto publicado no jornal da Domus Nostra, do ano lectivo 2008/2009)

sábado, 9 de maio de 2009

Eu sei que o Benfica até empatou...

... mas simplesmente depois de ter ido ao estádio da luz de borla (sentar o meu rabiosque no lugar cativo do pai da minha querida RC, coisa mai linda que convidou a Lebasi deprimida e abandonada), e passar noventa minutos a mirar o rabiosque d'el Quique (o rabiosque, e tudo o resto) pois a criatura se encontrava mesmo em frente aos meus olhos, tão perto que quase podia tocar (ai quem me dera ser um jogador do trofense! private joke :P) e de ter passado uma tarde a emborcar scones... com certeza que a depressão não desapareceu. Mas pronto, assim a modos que ficou temporariamente sussugadita. (Pelo menos por hoje. Vamos a ver como acordo amanhã)

quarta-feira, 29 de abril de 2009


Yesterday I got lost in the circus

Felling like such a mess

Now I’m down I’m just hanging on the corner

I can’t help but reminisce


When you’re gone all the colors fade

When you’re gone no New Year’s Day parade

You’re gone Colors seem to fade


Your mama called she said that you’re down stairs crying

Feeling like such a mess

Yeah I hear you you’re in the background bawling

What happened to your sweet summertime dress

I know we all, we all got our faults

We get locked in our vaults and we stay

But when you’re gone

all the colors fade

When you’re gone no New Year’s Day parade

You’re gone

Colors seem to fade

Colors seem to fade ...
Lamentamos, mas por razões técnico-emocionais este blog vai ser encerrado por um tempo indeterminado.
Pedimos desculpa pelo incómodo
Fim


sábado, 25 de abril de 2009

O que fazer quando o mundo está prestes a desabar-nos em cima? E quando tudo deixa de fazer qualquer sentido? E quando nos sentimos miseráveis, enfiados num buraco negro sem salvação possível?

Bem vindos ao meu mundo

sábado, 18 de abril de 2009

Tenho a registar que consgui comer um daqueles ovos kinder grande surpresa sozinha. Nem uma migalhinha para amostra.
É oficial:
Sou uma alarve.

E depois disto, como é que eu sou capaz de lhe bater?

"Cara Ana
Desculpe o imenso atraso nas respostas aos emails. Tenho estado fora e vou amanhã para um Congresso de onde só volto a 28 de Abril.
Combinamos falar melhor depois disso mas de qualquer forma pretendo que me faça uma descrição do processo de aparecimento de um medicamento órfão, que benefícios e incentivos são dados à industria para o seu desenvolvimento, que medicamentos órfãos temos em Portugal e qual a política seguida no nosso país. E como é feita essa avaliação europeia.
Alternativamente, e se preferir, pode escolher uma doença órfã e abordar os medicamentos disponiveis na UE para essa indicação.
Não incomoda nada!
Vamos falando?
Bom trabalho!
BS"
.......
Mas que raio de homem fofo...