quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Que neura...



Odeio estes dias odeio!!! Simplesmente está um sol lindo e quentinho no céu, que convida a sair à rua e dar uma volta, convida a sorrir, a divertir-mo-nos... e eu tenho de ficar fechada em casa... amanhã tenho um raio de um exame...
Odeio esta altura do campeonato, em que nos aproximamos do final da época de exames, e já nos babamos a olhar para os acetatos, a cabeça não para de lantejar e o que me apetece é deitar-me na cama e ficar todo o dia a ressonar que nem uma porca sem pensar mais nisto... Aquela altura que tudo que podias aprender já sabes e cada vez que olhas para os livros descobres que afinal não sabes a ponta de um corno...Apetece me subir paredes, partir tudo à minha volta, amaldiçoar o dia em que resolvi entrar na faculdade... Ai ai, era tão feliz a pentear caninches...
Que neura... Neura é aquele estado indefinido em que nos encontramos quando nos sentimos estranhos mas não sabemos explicar o que temos. É terrível. Ficamos irritadiços, com má cara. Depois sentimo-nos bem e a seguir volta tudo!
Estar de neura ou com a telha é mais incómodo para o próprio do que para aqueles que nos rodeiam. Aqueles que nos rodeiam podem sempre virar costas e mandar-nos dar uma volta. Mas nós temos que nos aturar... É deveras complicado!
Estou com ataque de individualismo. Só me apetece estar sossegada. Não me apetece falar com ninguém! Gostava de estar na praia a olhar para o mar. Isso acalma-me...
Não me apetece estar fechada. Prefiro estar num espaço mais amplo. Até posso estar numa espaço fechado desde que tenha liberdade de movimentos.
Estou mesmo com a neura... Não estou a ser coerente!

Remember Heath Ledger (1978-2008)



Não era propriamente um dos meus de eleição, mas uma notícia destas acho que choca qualquer pessoa que minimamente gosta de bom cinema.
E nada assim o indicava na vida de Heath Ledger, australiano de 28 anos, uma estrela em ascensão em Hollywood, cujo corpo nu foi encontrado já sem vida, na sua casa no Soho de Manhattan (Nova Iorque), às 15h30 de terça-feira.
Precisamente agora, que era pai de Matilda, de dois anos, havia decidido que não queria morrer jovem, como explicara em entrevista ao canal Fox.
Heath - que após a nomeação para o óscar de Melhor Actor ficaria para sempre associado a Brokeback Mountain, «o tal filme dos cowboys gay» - era uma espécie de boy next door, uma pessoa equilibrada, na opinião dos amigos e familiares.
Era um homem de uma timidez que impressionava, um bom rapaz que não se envolvia em escândalos, nem mesmo quando se separou de Michelle Williams, com quem contracenou na obra de Ang Lee.
É por isso que chega a ser uma crueldade que tão promissora existência tenha sido colhida, acidental ou deliberadamente, por aquilo que se suspeita ter sido uma overdose.
O pai do actor renega a hipótese de suicídio até porque o filho não deixou qualquer nota de despedida. Ao lado do corpo havia um número indeteminado de compridos para dormir. Todos prescritos por receita médica, desde que as filmagens do novo título da saga Batman lhe roubaram o sono.
Andava agastado, de aspecto descuidado, feito recluso. Mesmo medicado, não dormia mais de três horas por noite. «Não consigo parar de pensar. O meu corpo está exausto e a minha cabeça continua agitada», admitira em Novembro ao The New York Times.
Adepto do cinema independente (uma dor de cabeça para o seu agente), Heath tinha ainda na manga I'm Not There, onde abraçou uma das seis encarnações de Bob Dylan (com estreia nacional a 6 de Março), e The Imaginarium of Doctor Parnassus, de Terry Gilliam, ainda em fase de rodagem.
No passado, o sócio de Ben Harper numa pequena editora discográfica, havia brilhado nas fitas Casanova, Os Irmãos Grimm, Monster's Ball ou O Patriota. Pequenos degraus de uma escada que, afinal, levou-o mesmo aos céus.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Lebasi recomenda vivamente



Sinopse: Juntos pelo amor. Separados pelo medo. Redimidos pela esperança...

No dia mais quente do Verão de 1935, Briony Tallis, uma jovem de 13 anos, vê a sua irmã mais velha, Cecilia (Keira Knightley), despir as suas roupas e mergulhar na fonte do jardim da sua casa de campo.
Junto a Cecilia, está o filho do caseiro, Robbie Turner (James McAvoy), um amigo de infância que, tal como com a irmã de Briony, se licenciou recentemente em Cambridge.

No final desse dia, a vida dos três personagens terá mudado para sempre. Robbie e Cecilia terão ultrapassado uma fronteira, da qual nunca antes tinham ousado sequer aproximar-se, e ter-se-ão tornado vítimas da imaginação vívida da jovem. Briony, por seu lado, terá cometido um terrível crime, que procurará expiar toda a sua vida...

Da equipa responsável pelo sucesso mundial «Orgulho e Preconceito», o aclamado realizador Joe Wright e o produtor Paul Webster reúnem-se para esta adaptação do best-seller de Ian McEwan, vencedora dos Globos de Ouro. Um filme a não perder!
Depois dos últimos aconteceimentos, a direcção deste blog recusa prestar quaisquer declarações mas recomenda a todos os leitores que passem no site da RTP para ver o prof Morais a falar, qué uma coisa gira de se ver principalmente quando se está maldisposto e se quer dar uma boa gargalhada...Enfim... há dias que tenho vergonha de pertencer a esta casa...

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Estou a ouvir agora na tv (live!!!) que foi um frasco com um produto químico deitado no chão...(epah quem foi, que ainda lhe pago uns troquitos...)
gostei particularmente da parte da auxiliar do supositório a falar para a sic tendo em fundo as nossas notas de laboratório de tecnologia... loool

Isto não se faz!!!!

A sério!!! Isto simplesmente não se faz...
Dão esperanças a uma pessoa e depois afinal a coisa não foi assim tão boa e não é nada como nós estamos à espera....
Passo a explicar...
Estava eu ontem a estudar intensivamente (cof cof, private joke, só para quem lá esteve :p) e liga me o meu santo paizinho muito aflito, para que eu não saíse de casa ou pelo menos que não fosse à minha faculdade (blhack blhack, cospe cospe) poque tinha havido uma espécie de fuga de gás e que tinham evacuado o ISCTE e parte da FFUL...
Ora no preciso momento em que sou posta ao corrente da situação, arreganam-se me os dentes, pensando num dos meus desejos para ano novo (ver post anterior, para qual foi uma das 12 passas, uma bombinha na fful... e de preferencia com o Rui Moreira e o João Pinto lá dentro. E se calhar também o Morais... Deixa cá ver, se fosse a p**a da Prof Mafalda tb n se perdia nada. Enfim, à partes. O que interessa é que eu ja estava a imaginar tudo e a ver a minha nota de BIF perdida no meio da explosão, juntamente com o exame de tecnologia que vou fazer sexta feira... Uma visão do céu...A luuuuzzzz
Ora vai não vai.... pelos vistos houve estaçoes do metro que foram fechadas e k havia um cheiro estranho no ar... a gás... querem que vos diga?? para mim definitivamente a culpa foi dos cérebros das alunos da FFUL (no qual eu me incluo)... aquilo já ta tudo podre, já estamos em gangrena gasosa cerebral loool.
Portanto, contínuo a dizer que isto não se faz...
Pelo que percebi apenas parte da FFUL foi evacuada, tipo castelinho, supositorio e principalmente, a RATARIA :D!!! eheheh já estou a imaginar os ratos em filinha a serem evacuados, não vá nenhum mal acontecer às nossas pequenas cobaias... Não senhor... A prof Olga (cabra, cabra, cabra!) pode explodir, agora os nossos piquenos brancos e de olhos vermelhos, não!!! Nem pensar!!! Vamos lá ver...
Bem... não foi desta vez... pode ser k pá proxima.... mmmm esperemos...


quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

E sinto tanto, tanto a tua falta....

Um dia foi me dedicada esta música...hj acordei com ela na cabeça... resolvi retribuir...
A ti...



eu fui devagarinho, com medo de falhar
nao fosse esse o caminho certo para te encontrar
fui descobrindo devagar cada sorriso teu
fui aprendendo a procurar por entre sonhos meus

eu fui assim chegando, sem entender porquê
já foram tantas vezes, tantas assim como esta vez
mas é mais fundo o teu olhar, mais do que eu sei dizer
é um abrigo para voltar,
ou um mar pra me perder

Lá fora, o vento, nem sempre sabe a liberdade
a gente finge mas sabe o que nao é verdade
foge ao vazio, enquanto brinda, dança e salta
eu trago-te comigo e sinto tanto tanto a tua falta

eu fui entrando pouco a pouco, abri a porta e vi
que havia lume aceso e um lugar pra mim
quase me assusta descobrir que foi este sabor
que a vida inteira procurei entre a paixao e a dor

Lá fora, o vento, nem sempre sabe a liberdade
gente perdida balança entre o sonho e a verdade
foge ao vazio, enquanto brinda, dança e salta
eu trago-te comigo, e sinto tanto tanto a tua falta


lá fora, o vento, nem sempre sabe sabe a liberdade
gente perdida balança entre o sonho e a verdade
foge ao vazio, enquanto bebe, dança e ri
eu trago-te comigo
e guardo este abraço só pra ti