O que fazer quando o mundo está prestes a desabar-nos em cima? E quando tudo deixa de fazer qualquer sentido? E quando nos sentimos miseráveis, enfiados num buraco negro sem salvação possível?
Bem vindos ao meu mundo
sábado, 25 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
E depois disto, como é que eu sou capaz de lhe bater?
"Cara Ana
Desculpe o imenso atraso nas respostas aos emails. Tenho estado fora e vou amanhã para um Congresso de onde só volto a 28 de Abril.
Combinamos falar melhor depois disso mas de qualquer forma pretendo que me faça uma descrição do processo de aparecimento de um medicamento órfão, que benefícios e incentivos são dados à industria para o seu desenvolvimento, que medicamentos órfãos temos em Portugal e qual a política seguida no nosso país. E como é feita essa avaliação europeia.
Alternativamente, e se preferir, pode escolher uma doença órfã e abordar os medicamentos disponiveis na UE para essa indicação.
Não incomoda nada!
Vamos falando?
Bom trabalho!
BS"
.......
Mas que raio de homem fofo...
sexta-feira, 17 de abril de 2009
E pronto, já está...
... vendi um Viagra!
(falta dizer que não percebi o que o homemzinho disse à primeira e ele teve de repetir o disparate)
(falta dizer que não percebi o que o homemzinho disse à primeira e ele teve de repetir o disparate)
sábado, 11 de abril de 2009
Percebemos que estamos a ficar velhos quando...
... começamos a procurar por boa música na discografia do pai...
Uma maravilha eterna...
Hello darkness, my old friend,
I've come to talk with you again,
Because a vision softly creeping,
Left its seeds while I was sleeping,
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence.
In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone,
'Neath the halo of a street lamp,
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence.
And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more.
People talking without speaking,
People hearing without listening,
People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence.
"Fools" said I, "You do not know
Silence like a cancer grows.
Hear my words that I might teach you,
Take my arms that I might reach you.
"But my words like silent raindrops fell,
And echoed
In the wells of silence.
And the people bowed and prayed
To the neon god they made.
And the sign flashed out its warning,
In the words that it was forming.
And the sign said, the words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls.
And whisper'd in the sounds of silence."
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Dia #1
Antes de mais, agradecia aos meus estimados leitores que não se façam passar pelo meu caro orientador de tese, sob o risco de serem espancandos com uma bazuca. Obrigada.
Bem, primeiro dia... pânico. Arrumar caixas. Pânico. Arrumar caixas. Separar receitas. Pânico. Catalogar chás. Pânico. Arrumar caixas.
Mas as pessoas são fofas. Menos mal.
Custa me simplesmente ver idosos que não têm dinheiro para comprar os medicamentos que necessitam. Chama-se Portugal.
Doi-me as pernas ... Mas vou ficar com umas pernas todas boas de subir e descer o escadote! Ah pois é!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Amanhã é o primeiro dia do resto da minha vida
E parece que tudo vai mudar. O assustador primeiro dia de estágio. Espero sobreviver. ........ Quero a minha mãe!
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