domingo, 10 de fevereiro de 2008

Hoje...

E nem tudo é mau...

Sabem aqueles namorados fofinhos, assim mesmo mesmo fofinhos, que nos trazem lambedices a meio da noite e são assim... fofinhos?? Assim tem aquela carinha fofa, cuchi cuchi, dá cá um milhão de beijinhos, assim... lindo e fofinho?? Assim com aquela carinha laroca que dá vontade de passar a vida so a olhar para ela, assim cuchi cuchi, fofinhos??
Eu tenho um desses :)

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Se voces não sabem o que esperar deste meu post, sinceramente, eu tb não. Nem sei para que é que estou a escrever, porque simplesmente não tenho nada para dizer. Se calhar é para me distrair das dores no corpo que estou, do sono constante que possuo, das dores de cabeça que não param talvez por ainda so ter comido um pão hj... Na verdade não consigo comer, ando agoniada, não tenho fome de nada... passei um dia de estudo a vegetar em cima da cama, numa residencia onde quase me assusto com o barulho dos meus passos... ok e agora está a dar a trombótica na rádio, o que melhora mto o meu dia...puff
A cabeça viaja para onde não deve, vem tudo à memória, pequenas coisas, pequenas frases, coincidencias... A cabeça pensa demasiado, à velocidade da luz e não se concentra naquilo que deve, que diga se já de passagem, é estupido todos os dias (mas como é que uma cadeira chamada BIF podia ser alguma coisa de jeito??).
Resultado: aqui estou eu a despejar frases sem sentido, sem qualquer nexo... e agora What's left of me na rádio... esperem um bocadinho, vou ali cortar os pulsos e ja venho.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Ora nada mudou dd o último post, continuo com a neura e agora com uma certeza:

NUNCA MAIS COMO BIFES!!!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Que neura...



Odeio estes dias odeio!!! Simplesmente está um sol lindo e quentinho no céu, que convida a sair à rua e dar uma volta, convida a sorrir, a divertir-mo-nos... e eu tenho de ficar fechada em casa... amanhã tenho um raio de um exame...
Odeio esta altura do campeonato, em que nos aproximamos do final da época de exames, e já nos babamos a olhar para os acetatos, a cabeça não para de lantejar e o que me apetece é deitar-me na cama e ficar todo o dia a ressonar que nem uma porca sem pensar mais nisto... Aquela altura que tudo que podias aprender já sabes e cada vez que olhas para os livros descobres que afinal não sabes a ponta de um corno...Apetece me subir paredes, partir tudo à minha volta, amaldiçoar o dia em que resolvi entrar na faculdade... Ai ai, era tão feliz a pentear caninches...
Que neura... Neura é aquele estado indefinido em que nos encontramos quando nos sentimos estranhos mas não sabemos explicar o que temos. É terrível. Ficamos irritadiços, com má cara. Depois sentimo-nos bem e a seguir volta tudo!
Estar de neura ou com a telha é mais incómodo para o próprio do que para aqueles que nos rodeiam. Aqueles que nos rodeiam podem sempre virar costas e mandar-nos dar uma volta. Mas nós temos que nos aturar... É deveras complicado!
Estou com ataque de individualismo. Só me apetece estar sossegada. Não me apetece falar com ninguém! Gostava de estar na praia a olhar para o mar. Isso acalma-me...
Não me apetece estar fechada. Prefiro estar num espaço mais amplo. Até posso estar numa espaço fechado desde que tenha liberdade de movimentos.
Estou mesmo com a neura... Não estou a ser coerente!

Remember Heath Ledger (1978-2008)



Não era propriamente um dos meus de eleição, mas uma notícia destas acho que choca qualquer pessoa que minimamente gosta de bom cinema.
E nada assim o indicava na vida de Heath Ledger, australiano de 28 anos, uma estrela em ascensão em Hollywood, cujo corpo nu foi encontrado já sem vida, na sua casa no Soho de Manhattan (Nova Iorque), às 15h30 de terça-feira.
Precisamente agora, que era pai de Matilda, de dois anos, havia decidido que não queria morrer jovem, como explicara em entrevista ao canal Fox.
Heath - que após a nomeação para o óscar de Melhor Actor ficaria para sempre associado a Brokeback Mountain, «o tal filme dos cowboys gay» - era uma espécie de boy next door, uma pessoa equilibrada, na opinião dos amigos e familiares.
Era um homem de uma timidez que impressionava, um bom rapaz que não se envolvia em escândalos, nem mesmo quando se separou de Michelle Williams, com quem contracenou na obra de Ang Lee.
É por isso que chega a ser uma crueldade que tão promissora existência tenha sido colhida, acidental ou deliberadamente, por aquilo que se suspeita ter sido uma overdose.
O pai do actor renega a hipótese de suicídio até porque o filho não deixou qualquer nota de despedida. Ao lado do corpo havia um número indeteminado de compridos para dormir. Todos prescritos por receita médica, desde que as filmagens do novo título da saga Batman lhe roubaram o sono.
Andava agastado, de aspecto descuidado, feito recluso. Mesmo medicado, não dormia mais de três horas por noite. «Não consigo parar de pensar. O meu corpo está exausto e a minha cabeça continua agitada», admitira em Novembro ao The New York Times.
Adepto do cinema independente (uma dor de cabeça para o seu agente), Heath tinha ainda na manga I'm Not There, onde abraçou uma das seis encarnações de Bob Dylan (com estreia nacional a 6 de Março), e The Imaginarium of Doctor Parnassus, de Terry Gilliam, ainda em fase de rodagem.
No passado, o sócio de Ben Harper numa pequena editora discográfica, havia brilhado nas fitas Casanova, Os Irmãos Grimm, Monster's Ball ou O Patriota. Pequenos degraus de uma escada que, afinal, levou-o mesmo aos céus.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Lebasi recomenda vivamente



Sinopse: Juntos pelo amor. Separados pelo medo. Redimidos pela esperança...

No dia mais quente do Verão de 1935, Briony Tallis, uma jovem de 13 anos, vê a sua irmã mais velha, Cecilia (Keira Knightley), despir as suas roupas e mergulhar na fonte do jardim da sua casa de campo.
Junto a Cecilia, está o filho do caseiro, Robbie Turner (James McAvoy), um amigo de infância que, tal como com a irmã de Briony, se licenciou recentemente em Cambridge.

No final desse dia, a vida dos três personagens terá mudado para sempre. Robbie e Cecilia terão ultrapassado uma fronteira, da qual nunca antes tinham ousado sequer aproximar-se, e ter-se-ão tornado vítimas da imaginação vívida da jovem. Briony, por seu lado, terá cometido um terrível crime, que procurará expiar toda a sua vida...

Da equipa responsável pelo sucesso mundial «Orgulho e Preconceito», o aclamado realizador Joe Wright e o produtor Paul Webster reúnem-se para esta adaptação do best-seller de Ian McEwan, vencedora dos Globos de Ouro. Um filme a não perder!